Aquaman: Um filme tão ambicioso ao nível visual deslumbrante

O diretor James Wan consegue fazer o filme não se parecer com outra oferta deste gênero

De filmes super-heróis as telas dos cinemas estão inundadas, grande parte do sucesso da estréia de “Aquaman” a superprodução de Warner Bros estreou no cinema, e mostra como a forma na direção de James Wan consegue fazer o filme não se parecer com outros de suas sagas anteriores.

A escala do filme e a ambição do diretor de não perder uma oportunidade única alimenta espectador com um visual deslumbrante ou um momento épico de ação. A isto se soma a irreverência natural e humor que Jason Momoa traz ao personagem titular. É possível que tenhamos uma dúzia de atores interpretando o Batman para a próxima década, mas com este filme Momoa conseguiu assumir completamente o papel de Aquaman, da mesma forma que Robert Downey Jr. foi permanentemente transformado em Tony Stark durante dez anos.

Aquaman

Essas qualidades positivas dão ao filme uma base sólida e são a sua principal força criativa em momentos em que o roteiro tropeça no desenvolvimento de seus personagens ou porque tem muitos momentos espetaculares de ação. Durante a última sessão do filme, pode-se imaginar James Wan dizendo : “Não temos certeza se vamos ter outro filme do Aquaman, então vamos colocar tudo nesse filme”.Aqueles que se queixaram de que mostraram todo o filme nos trailers estão completamente errados.

Além de ser uma boa história cinematográfica ampla e impressionante, a outra coisa que é diferente neste filme é a maneira como o roteiro trunca a história da origem de um herói tradicional com sua primeira missão individual. Como o diretor James Wan encontra pirotecnia visual e coisas novas para fazer em ambas as seções inspirada nos quadrinhos, mas no segundo, onde os problemas se acumulam. Este tem Arthur Curry (Momoa) e Mera (Amber Heard) à procura de um artefato perdido do primeiro reinado da Atlântida para poder deter a destruição da superfície. Isso seria orquestrado por Orm (Patrick Wilson), que se ressente dos seres humanos por ter poluído o oceano e detesta o protagonista por ter roubado a atenção de sua mãe (Nicole Kidman).

A aventura de Mera e Arthur é construída como se fosse uma fusão do melhor de “Indiana Jones” com os enredos românticos de “Tudo Por Esmeralda“. Algo que mantém o ritmo do entretenimento à tona, mas ao mesmo tempo mostra a maior fraqueza do filme. Embora tanto Momoa quanto Heard sejam muito bons em seus respectivos personagens, o desenvolvimento de seu relacionamento não tem a centelha cômica ou a profundidade que foi alcançada entre Gal Gadot e Chris Pine em “Mulher Maravilha“.

Esta não é uma falha fatal, mas deixa a produção abaixo do nível do melhor que a Warner Bros fez com o universo DC no cinema. Este filme é tão ambicioso ao nível visual como o filme “Lanterna Verde“, mas supera isto graças à ambição de James Wan e a seleção de Momoa nesta versão de “Aquaman”. Isso faz desse filme um começo promissor para um novo universo que a Warners e a DC devem continuar explorando.

 

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