Até que ponto o preconceito interfere em uma relação?

Enfrentar preconceitos é o preço que ainda se paga por amar

O amor chega sem pedir licença e vai tomando conta da gente devagarinho. É difícil, quase impossível, cercear o fascínio e o poder que a paixão exerce sobre nós. Deveríamos ter liberdade para amar sem os preconceitos que a sociedade impõe em pleno século XXI. Quando nos apaixonamos, não enxergamos o físico, a idade, a raça. Só temos olhos para a pessoa amada até que percebemos no nosso círculo social algumas reprovações e incômodos com relação à pessoa que escolhemos como parceiro de vida.

Nem todos têm a força suficiente para relevar e seguir em frente. Existem relações que fracassam logo no início devido à pressão de amigos e familiares. É triste deixar-se levar por aquilo que os outros julgam errado ou inconveniente. A vontade alheia não pode determinar os nossos passos e muito menos o fim de uma relação que enxergamos como promissora e prazerosa. Que importância os outros têm em nossas vidas a ponto de definir se devemos ou não amar tal pessoa? É necessário ter muita firmeza para não permitir que influenciem em nossas escolhas.

Maíra C., 54 anos, empresária, está em um relacionamento com um homem 15 anos mais jovem. “Quando conheci Sérgio, fui tomada por uma forte paixão. Estava separada o meu marido há sete anos e fazia muito tempo que não experimentava este sentimento. Não havia como recusar a oportunidade deliciosa que a vida me oferecia. Mas, ao mesmo tempo, por questões de criação, tinha receio do que as pessoas iriam pensar e comentar a respeito da nossa diferença de idade e da forma como nos conhecemos. Encontrei Sergio na plataforma de relacionamento Meu Patrocínio. Desde o início, estava claro que eu seria a “provedora” da relação. Fiquei muito tempo mantendo a nossa situação em segredo, até que me senti segura apara apresenta-lo a alguns (poucos) amigos próximos. É claro que houve julgamentos nada favoráveis, mas eu estava decidida a não deixar nada abalar a nossa relação e me tirar a chance de ser feliz. Não posso dizer que tenha sido fácil para mim, mas estamos juntos há mais de um ano e hoje pouco me importo com o que falam. A minha felicidade em primeiro lugar”, conta Maíra.

Na outra ponta, Jéssica R., estudante de 24 anos, ainda enfrenta os preconceitos na relação que mantém com Rogério, diretor executivo de uma multinacional, de 58 anos. Os dois também se conheceram no Meu Patrocínio. Jéssica relata que “as pessoas não entendem que sempre gostei de homens mais velhos e acham que a nossa relação só envolve interesse. Não é assim. Rogério é maduro, atraente e me encanta com sua cultura e inteligência. Aprendo muito com ele e não vejo nada errado por ele me ajudar nos estudos e na carreira. Nossa relação não se resume aos benefícios que tenho. Se fosse assim, não estaríamos juntos desde 2017. Apesar de a sociedade ainda ser muito machista, sei que ele também sofre quando perguntam se sou sua filha. O preconceito não atinge só as mulheres, apesar de ser muito mais forte com elas.”

“Já está mais do que na hora de aprendermos a conviver com as diferenças. Viva e deixe viver, o que importa é amar, se sentir amado e ser feliz!”, conclui Jennifer Lobo, CEO e fundadora da plataforma Meu Patrocínio.

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Published By: RONNIE

Escrevo sobre a vida, curiosidades, entre outros assuntos.Amante de novelas, livros  e séries.Fã da web.Também sou apaixonado por tecnologia e amo escrever.Me encontre no Instagram @ronniemartyns

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