Banda Zé de Albuquerque lança seu primeiro álbum

Banda de SP gravou álbum de estréia no Rio e chega ao mercado nos 20 anos do selo Astronauta, distribuído pela Universal Music

Nesta sexta-feira, 25, a Banda Zé de Albuquerque chega ao mercado fonográfico, com nove canções, todas autorais, que confirmam o vigor artístico do trabalho – unindo pop, rock e MPB.

As canções que compõem o álbum são “Quirón”,“Deixa pra Lá ”,“Londres”, “Estratosférica”, “Gaiola de Ouro”, “O Mar”,”A Casa de Diversões”, “Torta de Casal” e “Peixes”. Podemos dizer que é uma mescla de romantismo e acidez nas letras, emolduradas em belas melodias que passeiam por diversos estilos.

Zé de Albuquerque chega dia 25 de janeiro às plataformas digitais, comemorando vinte anos do tradicional selo Astronauta Discos – que surgiu em 1999 na Universal Music e acaba de assinar novamente, quase duas décadas depois, com a companhia. Gravado no estúdio Toca da Cotia, em Niterói (RJ), com direção artística de Leonardo Rivera e produção de Igor Bilheri, foi masterizado por Pedro Garcia.

Criada e desenvolvida pelo cantor, compositor e guitarrista Vinicius Barreiras, que tem 28 anos, a banda ZE DE ALBUQUERQUE existe há três anos. Após as idas e vindas de integrantes, Vinicius se cercou de seu ex-aluno de guitarra, Joshua Carraro – de 16 anos, que o conheceu aos treze – e músicos convidados de São Caetano do Sul, São Paulo.

Vinicius Barreiras canta por aí desde os 14 anos, em sua primeira apresentação defendeu “Que País É Este” (Renato Russo) e descobriu que queria compor de verdade. Dos 10 anos em diante sempre pedia livros ou discos em datas festivas. Algumas faixas do álbum foram escritas por ele aos 15,16 e 17 anos. O vocalista já integrou as bandas independentes Orion, Duas Doses e Meia, e foi baixista e cantor da Unknow, além de guitarrista e vocalista da Lugar Comum e vocalista da Gang Bang Blues – especializada em blues e improvisações.

“Se fosse falar aqui de todas as minhas influências ficaria uns quarenta minutos pelo menos. The Beatles, Nirvana, Titãs, Cazuza, Velhas Virgens, Los Hermanos…”, conta Vinicius.

O álbum foi gravado no Rio de Janeiro por indicação do diretor do selo Astronauta. Leonardo Rivera convidou o produtor Igor Bilheri (ex-Divã Intergaláctico) e os músicos Eduardo Magliano (bateria), Bronze (violões, baixo e guitarras) e Gabriel Calderon (órgão) para gravar. Também foram chamados por Igor os músicos Gabriel Mota (trompete) e Wander Angonal (trombone), que gravaram em duas faixas.

“A idéia foi imprimir outra estética sonora às demos que ouviu quando Vi.conta Leonardo

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