Entrevista com a Banda Zé De Albuquerque que contam sobre o álbum recém lançado e o desafios na música

Divulgação

Hello, galera do Atitude E Visão,

Trouxemos uma entrevista super maravilhosa com a “Banda Zé De Albuquerque”

Pra quem não conhece Zé De Albuquerque, ela foi criada e desenvolvida pelo cantor, compositor e guitarrista Vinicius Barreiras, que tem 28 anos, a banda é novinha tem apenas três anos na estrada.Após as idas e vindas de integrantes, o vocalista se juntou de seu ex-aluno de guitarra, Joshua Carraro – de 16 anos, que o conheceu aos treze – e músicos convidados de São Caetano do Sul, São Paulo.

E Mais galera,

A Banda lançou seu mais novo álbum que leva o nome da mesma, e composto por nove canções, todas autorais, que confirmam o vigor artístico do trabalho – unindo pop, rock e MPB, com o selo Astronauta, e distribuído pela Universal Music.

ENTREVISTA:

Quando, como e onde vocês começaram a banda?

Banda Zé de Albuquerque:

Comecei a ideia da banda há três anos, talvez um pouco mais, porque estava percebendo que tinha coisas pra dizer e há pouco tempo havia tido experiências legais em relação a público e recepção em outras bandas que participei.

Comecei em São Caetano,concretizamos em Niterói no Rio e a segunda formação é SP/São Caetano.

Falem um pouco sobre o conceito por trás do novo álbum. É o primeiro a ser lançado?

Banda Zé de Albuquerque:

Não acho que possa ser considerado um álbum conceitual. Claro que as faixas dividem um período de tempo e algumas vezes até histórias ou linguagens entre si, mas foi um primeiro álbum e como primeiro trabalho, o objetivo foi muito mais tirar o peso dos ombros, colocar no mundo algumas canções que vinham pedindo passagem.

Claro que algumas se relacionam como “O Mar” e “Peixes”, mas isso não serve pra todas.

Conte pra gente sobre o processo de composição das faixas. Como foi gravá-las e como trabalharam nas estruturas das músicas?

Banda Zé de Albuquerque:

A gravação das músicas foi rápida porque quase todas contavam com arranjos ou ideias bem estruturadas. Quem ajudou muito foi o Igor Bilheri que além de produzir o disco, tocou quase todas as guitarras e ainda criou os arranjos. Posso dizer que criamos juntos mas ele é que botava a mão nas guitarras literalmente.

A composição das músicas já foi outra história. Das nove músicas do disco, quatro eram novas “Peixes”,”Deixa Pra Lá” “Gaiola de Ouro” e “Quiron” .

Estratosférica escrevi aos dezessete anos por exemplo. As canções mais recentes (e as quatro que citei escrevi entre 2016 e 2017, ano da gravação do álbum) serviram como pontes para as outras.

Qual a canção do álbum que vocês mais gostam?

Vinicius Barreiras

Banda Zé de Albuquerque:

Joshua gosta de “Estratosférica” e “O Mar”, JP curte “Gaiola de Ouro” e eu estou num momento meio “Peixes”. Aliás,sempre estou né, como um bom pisciano.

A Zé de Albuquerque é uma banda que apesar do pouco tempo de estrada trabalha bem suas redes sociais, com atualizações e conteúdos exclusivos. Como vocês fazem para coordenar e conciliar esse trabalho, alguém é responsável diretamente por produção de conteúdo?

Banda Zé de Albuquerque:

Olha, nas redes sociais nós temos a Lia Amâncio que é do Rio de Janeiro e tem feito um trabalho realmente muito legal. Como também sou meio bitolado ás vezes, posto também e acompanho as coisas diariamente .

Que bandas do cenário brasileiro vocês têm acompanhado e consideram inspiração pra vocês de alguma forma?

Banda Zé de Albuquerque:

Tirando bandas clássicas de rock nacional que são influências pra gente, como Paralamas,Titãs,etc. Gosto muito de O Terno, Cordel do Fogo Encantado, voltou e fiquei feliz pra caramba. Joshua é mega fã de Supercombo e tá curtindo Velhas Virgens ultimamente.

Ah, são várias. Tem Vanguart que é muito bom, A Banda mais Bonita da Cidade talvez não seja uma referência, mas é um trabalho que a gente gosta também.

Os tempos mudaram e o CD (físico) não tem tanto valor para uma banda. Hoje em dia, está quase tudo concentrado nos smartphones, as música, as informações, divulgação, está tudo ali. Como a banda lida com essa tecnologia?

Banda Zé de Albuquerque:

Bom, nosso disco saiu e embora esteja chamando ele de “disco” ,na verdade é um emaranhado de dados de computador. Temos consciência disso, por isso ele está disponível no Deezer, Spotify,Tidal, Apple Store, YouTube e em todas as plataformas digitais.
Também estamos na internet com páginas no Facebook, Instagram e Twitter (zedealbuquerquebanda)

O que deixam vocês mais felizes e mais tristes na carreira musical?

Banda Zé de Albuquerque:

A carreira musical é muito mais difícil do que parece. Você não tira um diploma e no dia seguinte começa a carreira. Muitas vezes é o contrário disso. Você tira um diploma e aí percebe que perdeu tempo não fazendo o que queria desde o início e ela não tem manuais de instruções. Você se cerca de gente que acredita em algo, conhece pessoas que já têm uma certa vivência e se entrega 100%.
Essa falta de manual de instruções e uma perspectiva certa gera insegurança muitas vezes e desistência em várias outras. Isso nos deixa tristes. Sobre a felicidade? Estamos fazendo música,o que é melhor que isso?

Quais os próximos passos da banda?

Banda Zé de Albuquerque:

Anunciar alguns shows em SP e também no Rio. No RJ provavelmente lá pra Março e aqui em SP ainda é surpresa, mas talvez seja antes de gravar algumas coisas novas. Embora a banda seja nova e o álbum um disco de estréia, as canções mais recentes estão em outro momento e o público certamente vai perceber isso.

Vocês pretendem gravar videoclipe de alguma música do álbum? Como seria a produção e o enredo?

Banda Zé de Albuquerque:

A gente escolheu “Quiron”. A música fala de coisas muito profundas e decidimos seguir uma das histórias possíveis no enredo. É praticamente um curta mas com alguns takes da banda tocando e a história ficou bem bonita. Roteiro está escrito,agora falta chamar os atores e o pessoal para gravar. A ideia é que saia logo no início do segundo semestre.

Gostariam de deixar um recado para os fãs que acompanham a Zé De Albuquerque?

Banda Zé de Albuquerque:

Muito obrigado pela força, carinho e pela divulgação de vocês. Não haveria razão nenhuma desta banda existir sem vocês e enquanto houver cem, mil ou um milhão de pessoas que curtam nosso trabalho, vamos fazer cada vez melhor. Grande beijo!

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