Marcas que usaram personalidades influentes na Black Friday tiveram mais destaque

As datas sazonais estão aí, e elas são excelentes oportunidades de negócios para aumentar as vendas e visibilidade de marca. Porém, como todo o comércio se prepara para essa ocasião, é preciso se destacar e buscar alternativas modernas e rentáveis para não só alavancar as vendas, mas também garantir a presença das empresas nas redes sociais e na mente dos consumidores. Em resposta a essa demanda, surge o marketing de influência, uma opção em constante atualização que permite se conectar ao seu público para agregar ainda mais visibilidade.

Nessa vertente do marketing, através de plataformas digitais, como Youtube, Instagram, Facebook e TikTok, os influenciadores digitais são responsáveis por mostrar aos seus seguidores as novidades do mercado e produtos interessantes. Além disso, insere junto da indicação a sua credibilidade e comprova como possui qualidade, preço justo e outros benefícios.

Segundo pesquisa do Buzzmunitor, empresa de consultoria, diagnóstico e tecnologia para gestão de negócios em social media, durante a Black Friday deste ano, o termo foi buscado 1.604.226 de vezes entre os dias 26 de outubro e 25 de novembro e as marcas que mais se destacaram foram exatamente quem utilizou parcerias com celebridades.

No Facebook a publicação com mais engajamento com o termo foi a da Casas Bahia, com 119 mil interações, que se utilizou da influência das cantoras Maiara e Maraisa. Um fato muito interessante apontado é que o post não exibia nenhuma promoção específica e, mesmo assim, o post foi um sucesso em mobilizar o público da marca e divulgar suas futuras promoções de Black Friday. Quando buscado por #BlackFriday, quem se destacou foi o Magazine Luiza, que seguiu uma estratégia muito semelhante e utilizou-se da influencer Thaynara OG e cantora Pablo Vittar.

Marketing de influência e retorno sobre o investimento

Dados como esse só provam como o Marketing de Influência veio para ficar. Segundo Ricardo Almeida, sócio fundador da Coletive, aceleradora de carreiras do ramo, diversas marcas já notaram a oportunidade e aproveitam essas épocas como ganchos para crescer e vender ainda mais. “Nessa época as marcas não estão tão preocupadas em vender branding e conteúdo, mas sim o ROI (Retorno Sobre Investimento) e, consequentemente, gerar mais compras. É importante mesmo assim alinhar o storytelling da campanha e o público do influenciador que está sendo contratado, para que haja engajamento verdadeiro e conversão de fato, sem ser algo forçado”.

Como pode-se perceber, o futuro é promissor. Segundo dados da pesquisa da Influencer Marketing HUB, Viral Nation e a NeoReach, a média do ROI de resposta direta é de 1,8x por 1 dólar gasto nas campanhas analisadas. Já as campanhas focadas em branding ou engajamentos geram um ROI de 8x.

Ricardo ainda alerta que muitas marcas podem não entender a dimensão do alcance de certos influenciadores, mas é preciso estar preparado. “É necessário que você tenha as ferramentas capazes de lidar com o fluxo que você vai gerar. Não adianta contratar um influenciador, ele divulgar e o site cair pelo alto trafego ou acabar os produtos. É preciso dimensionar esse número de tráfego que vai aumentar e estar preparado para isso. ”

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