Luca Moreira participa de cobertura sobre despejo de moradores em prédio de Niterói

Nessa última sexta-feira, 07/06, a polícia civil junto com a militar tentaram retirar moradores de um prédio no centro de Niterói com ordem de desocupação pela prefeitura. O jornalista Luca Moreira, de 21 anos, foi um dos que fizeram a cobertura da operação e mostrou em seu Instagram uma narrativa de como foi a tarde e apresentou fotos da situação dos moradores:

“A calçada cheia de móveis e objetos dos moradores, os polícias militares interditando a parte de entrada do prédio, e como eu infelizmente ainda não tive aula de televisão, fui escalado como câmera delas, mais nessa altura da minha vida, toda experiência é válida e sempre será pra mim. Conclusão, entrevistamos 2 moradores, um inclusive que acabava de ser agredido por um dos polícias por causa de um confronto, um representando da OAB também falou com a gente, e eu ainda apurei em áudio conversando com funcionários da prefeitura que estavam fiscalizando o local. ”

Quem é Luca Moreira:

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Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.

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Em março de 2018, ingressou na Universidade Estácio de Sá no curso de publicidade e propaganda, trocando posteriormente por jornalismo, onde passou a redigir para o Núcleo de Comunicação da unidade, integrando uma equipe de 9 estudantes na redação da versão impressa do jornal “Estaciente”, sendo orientado pelos mestres Gutenberg Barbosa, Aline Novaes e Marco Aurélio Reis.

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