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A pernambucana Luna Vitrolira estreia na música com o álbum ‘aquenda – o amor às vezes é isso’, trabalho homônimo ao primeiro livro de poemas da multiartista, finalista do prêmio Jabuti 2019. O álbum está disponível em todas as plataformas digitais.

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O primeiro disco da multiartista é composto por 10 faixas autorais  que trazem uma diversidade sonora com base na corporeidade da voz de Luna e na estética e rítmica de seus poemas. As músicas apresentam uma fusão de piano, sintetizadores, beats eletrônicos e percussões que dão origem a harmonias e polifonias não convencionais dentro da estrutura pop contemporânea. Esse resultado dialoga com várias influências musicais da multiartista, como Jazz, Swingueira, Brega-Funk, Funk, Rap, Maracatu, Coco e outros ritmos insurgentes.

O lançamento traz também um curta-metragem com o mesmo nome, dirigido por Gi Vatroi e Aida Polimeni. O filme está disponível no canal do YouTube de Luna Vitrolira.

O projeto artístico é resultado de um período de 3 anos de imersão da multiartista pernambucana em estudo e criação. A poesia, ponto de partida da narrativa, se une às influências musicais e cênicas da artista para levar o público a uma reflexão sobre temas urgentes da contemporaneidade.

SOBRE O FILME

O filme tem 16 minutos carregados de mistério e embalados por 7 faixas do disco e 1 faixa inédita – Águas espessas. A história se passa em um engenho da região canavieira de Pernambuco, onde a personagem faz um mergulho interno no seu eu, buscando identidade e memória. A trilha sonora do filme é composta pelas faixas autorais que estão no disco.

SINOPSE

O curta-metragem “Aquenda – o amor às vezes é isso”, cuja trilha sonora são 7 faixas do disco e 1 faixa inédita (águas espessas), íntegra literatura, música, performance e cinema. O filme dirigido por Gi Vatroi e Aida Polimeni aborda o trajeto de cura, libertação e retorno de Luna Vitrolira para o encontro com sua ancestralidade, através de rituais de cura, da ressignificação da ideia romântica de amor e da cosmificação do espírito. A Narrativa se passa em um engenho situado numa região canavieira em Pernambuco, para onde a personagem volta em busca do entendimento de suas origens, identidade e memória, conduzida pelo desejo de reconstruir a sua própria história.

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