A novela “Mãe” (Anne), sucesso turco exibido pela Record, entrou em uma de suas fases mais dramáticas. Tudo começa quando Zeynep descobre que Melek (Turna) está viva e passa a lidar com um misto de culpa, amor e frustração.

Determinada a não desistir da menina, ela segue acompanhando sua rotina de longe — sem imaginar que o maior perigo não vem de Şule ou Cengiz, mas de dentro do próprio corpo.

Mesmo rejeitada por Melek, Zeynep decide observá-la à distância. Ao lado de Sinan, ela retorna ao antigo bairro e presencia uma cena inesperada:

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De longe, ela vê Şule cuidando de Melek e Hasan com carinho, levando-os ao parque e comprando lanche. A cena contradiz tudo que Zeynep acreditava saber e desencadeia um forte abalo emocional.

A situação é tão intensa que Zeynep desmaia novamente e precisa ser levada para casa. Logo depois, uma ligação urgente de seu médico muda tudo.

No hospital, ela descobre o verdadeiro motivo dos desmaios: um coágulo de sangue com potencial mortal.

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O diagnóstico traz um alerta gravíssimo:

  • Risco de embolia pulmonar
  • Possibilidade de paralisia
  • Perigo de coma
  • Risco real de morte súbita

Ou seja, por mais que o público acompanhe seu drama com Melek, agora existe uma ameaça ainda maior: Zeynep pode morrer a qualquer momento.

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Por que o coágulo é tão perigoso?

Um coágulo pode viajar pela corrente sanguínea e obstruir artérias vitais. Quando isso ocorre nos pulmões, causa uma embolia pulmonar, que interrompe a oxigenação do corpo e pode ser fatal em segundos.

Esse tipo de ameaça é silenciosa, imprevisível e altamente perigosa — exatamente o que está acontecendo na trama.