Relembre a história de Glee 1° Temporada, 2009

Glee

Quando lançada em 2009, Glee foi considerada uma série inovadora. Trouxe, pela primeira vez o estilo musical para o formato de seriado, encantando muitos telespectadores norte-americanos e, posteriormente, de todo o mundo.A série já ganhou diversos prêmios em variadas categorias do Globo de Ouro, Emmy Awards, SAG Awards, Teen Choice Awards, entre outros.

A primeira temporada da série se inicia contando a história de Will Schuester, um professor do colégio William McKinley High School, em Lima, Ohio, que possui o sonho de fazer com que o antigo Glee Club no qual participava quando adolescente se torne um sucesso novamente. Atuando como professor no colégio, Will assistiu o Clube do Coral perder sua qualidade e popularidade cada vez mais, já que não ganhava uma competição nacional há anos. O Glee Club havia virado motivo de chacota na escola. Para os adolescentes fúteis e populares, participar desse clube havia se tornado suicídio social. Will queria reverter essa situação. Colocar o Glee Club no topo da escola novamente. E, principalmente, ajudar seus alunos problemáticos através da música e da arte.

Por meio de audições e alguns processos ilegais (como colocar maconha nas coisas de um aluno), Will consegue reunir novos integrantes para o Glee Club, o nomeando de New Directions ou Novas Direções.

Will encontra diversos obstáculos durante o treinamento do New Directions para as competições. Além de sua mulher, Terri, que o atrapalha bastante com seu consumismo e superficialismo, Schue possui uma grande inimiga no colégio: Sue Sylvester, treinadora das líderes de torcida (cheerios). Sue é a grande vilã da temporada. Não quer perder prestígio e nem capital investido em suas cheerios para o New Directions.

Entre as dificuldades que envolvem o mundo de “Glee Clubs”, a série também nos conta a história pessoal de seus diversos personagens. Além de Will e Sue, personagens muito explorados são os alunos Rachel Berry, uma manipuladora egocêntrica filha de dois pais gays, Finn Hudson, o popular jogador de futebol americano, Kurt, gay não assumido e Quinn, uma popular cheerio. Emma, a orientadora da escola também aparece bastante.

Glee

Outros personagens como Artie Abrams, um nerd cadeirante, Mercedes Jones, uma diva negra e Tina, uma garota tímida e gaga, também tem certo destaque, mas menos que os citados acima.

Em meio a toda a história são postas diversas apresentações feitas pelos personagens. Covers de diversos estilos, para ser mais específico. Glee mistura Broadway, Rock Clássico, Pop, Rap e diversos outros estilos musicais.

Ênfase em Kurt, que tem uma história linda na primeira temporada. Luta para assumir a sua sexualidade. Enfrenta seu pai, Burt e todos os homofóbicos presentes na escola. É praticamente impossível não amar Sue e suas maluquices todas. Ela é a vilã perfeita. Quinn, com sua trama perfeitamente comum, e que se tornou especial por ela fazer parte de um grupo como o New Directions. Emma e Shue são perfeitos também. Mercedes também… Vou acabar citando o elenco inteiro dessa série (lol). Para vocês sentirem a intensidade da série e do seus personagens!

A temporada decorre perfeitamente bem. O roteiro perfeitamente amarrado e coerente, personagens bem desenvolvidos, a maioria das músicas relacionadas às histórias, o humor impressionantemente diferente e qualidade “perdedora” dos personagens. Acho que essa última foi uma característica marcante da série. Os underdogs passaram a ser os protagonistas. Passaram a ter espaço. Isso fez com que as pessoas se identificassem mais.

Classifico a temporada como ótima e não excelente porque, por incrível que pareça, RIB conseguiu produzir um episódio dentre 22 que é extremamente chato. Acafellas. Gravem o nome da chatice em forma de episódio. Enfim, quase cinco estrelas!

A série fez um sucesso tão grande que CDs com os covers foram lançados e alcançaram um nível significativo de vendas. Os atores saíram em turnê pelos Estados Unidos e Inglaterra. Livros também foram lançados.

A primeira temporada da série apresentou alguns problemas de edição bem visíveis.

Glee

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Lançada em maio de 2009 depois da final de American Idol, a Fox vinha com Glee querer mostrar uma proposta de uma série musical sobre um grupo de estudantes deslocados num grupo de canto. Essa temporada foi um sucesso de crítica, ganhou dois Globos de Ouro sem terminar sua temporada inicial e também ganhou numa tacada, renovação para sua terceira temporada.

E como essa temporada foi gostosa de acompanhar. Tudo bem que tínhamos o episódio do Acafellas, uma enrolação gigantesca da falsa gestação de Terri, as mudanças bruscas de personalidades da Quinn, mas eu perdoo isso. Do resto foi tudo tão bonitinho e tão lindo de acompanhar. Foi realmente o início de tudo. Dos romances, amizades, inimizades e tudo mais. Tudo isso começou quando o Will Schuester, um professor de espanhol de um colégio de Lima, Ohio, assume a liderança de New Directions, o novo glee club da escola. Daí que as portas do inferno se abrem a nossa história começa.

Glee é um grupo de coro do colégio que não é reconhecido, já que os populares do colégio são jogadores de futebol e líderes de torcida. Assim, o grupo é formado por pessoas socialmente excluídas, gordos, feios, japoneses e aspirantes a estrelas, que querem ter seu talento reconhecido de alguma forma. E o grupo acaba de ganhar uma nova direção do Professor Schue, que promete dar aos garotos um motivo para viver. E tudo realmente começa quando o professor faz um jogador de futebol respeitável entrar para o clube, e de repente todo mundo do colégio começa a dar atenção a ele. Mas não para por aí. A inveja do grupo ser muito bom deixou a treinadora de líderes de torcida Sue Sylvester com uma sede de acabar com este grupinho de excluídos para que as atenções se voltem apenas para suas lideres de torcida. Pra isso, ela acabou selecionando as piores meninas e mais populares do colégio para entrarem no clube Glee e acabar com ele por dentro. É claro, todo mundo acaba percebendo que vale a pena estar no clube e decide ficar. Assim se formam os 12 protagonistas de Glee.

Uma lista de alguns bons episódios dessa primeira temporada:

Ep. 01 – Pilot porque você ainda não sabia que aquelas cativantes personagens renegadas seriam tão voláteis a ponto de não ser reais;

Ep. 06 – Vitamin D pelas apresentações de mash-ups anfetaminas de It´s my life/ e Halo/Walking on sunshine;

Ep. 12 – Mattress porque Will descobrindo que Teri não estava grávida foi uma das pouquíssimas cenas dramáticas de Glee que não ficou forçada. Inclusive Teri é a única personagem que se manteve fiel à sua personalidade durante todo o programa;

Ep. 13 – Sectionals porque tinha realmente clima e tensão de final, as apresentações são boas e rola um final feliz;

Ep. 15 – The Power of Madonna não porque seja bom (realmente não é), mas porque é praticamente um video cover estendido da rainha do pop;

Ep. 22 – Journey to Regionals por ser uma versão “do outro lado do espelho” de Sectionals com o mesmo clima de final, mas com sabor melancólico de feliz tristeza.

Último episódio da 1 ° Temporada:

Se não é o melhor episódio da série, com certeza está entre os 5 melhores. Todas as tramas se fecharam. Finalmente vemos Finn e Rachel se engatando de verdade. Vimos a Quinn sendo perdoada pela sua mãe e o nascimento da Beth. E também vimos a derrota do ND nas regionais (mesmo com aquela apresentação fodástica) e os momentos deles “se despedindo” porque acham que o grupo seria desfeito e agradecendo ao Will ao som de ‘To Sir With Love’. Foi o único episódio onde tivemos muitas músicas e TODAS elas foram ótimas e nenhuma ficou jogada. Foi o melhor episódio da temporada, de longe.

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