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Em “Ouro Verde“, Tomás Ferreira interpretado por Pedro Carvalho – Sucessor natural de Miguel na hierarquia do banco e da família, terá que passar por uma situação nada agradável.

Tomás e Catarina encontram-se junto a uma falésia. Os dois conversam e, quando estão prestes a fazer as pazes, surge Miguel, que, sem piedade, empurra Catarina para o abismo. O filho de Mônica ainda tenta agarrá-la, mas sem sucesso, e fica em choque ao ver o corpo morto da amada no fundo da falésia. Desesperado, abandona o local. No entanto, apesar de ter sido o pai a cometer o crime, será ele o acusado da morte de Catarina.

A investigação estará a cargo do inspetor Lúcio e será ele que fará a detenção de Tomás, depois de, na autópsia, terem descoberto vestígios da pele dele debaixo das unhas de Catarina. Ele tenta explicar que a tentou agarrar para ela não cair do penhasco e que foi Miguel quem a empurrou. No entanto, o banqueiro nega a autoria do crime e recusa-se a ajudar o filho.

Já na prisão, o irmão de Bia vai viver um verdadeiro inferno. Será humilhado e agredido pelos outros detidos. Desesperado, Tomás alega estar inocente e implora que o libertem, mas todas as provas estão contra ele. Com o passar dos dias, o seu estado de tristeza vai-se agravando e, após mais uma violenta agressão, desiste de lutar, pois sabe que o seu destino é apodrecer atrás das grades. Tomás pede para mais ninguém da família o visitar e isola-se por completo, sendo levado para uma cela solitária.

Numa dessas noites, corta-se violentamente em várias partes do corpo, com um vidro que tinha guardado, e deixa-se esvair em sangue. Na manhã seguinte, um guarda encontra-o quase morto e levam-no em estado gravíssimo para o hospital.

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