A notícia vai cair como uma bomba: Çelebi Kayabey está morto. Após dias sofrendo em uma cela insalubre, com água amarelada e comida estragada, o ex-prefeito teria tirado a própria vida. A confirmação vem do delegado Korkut, que afirma ter visto o corpo. Mas, no portal Atitude e Visão, nós revelamos o que as câmeras não mostraram: tudo não passa de uma farsa teatral.

O clima de tragédia toma conta do hospital. Hülya, devastada, expulsa Cemre aos gritos, acusando-a de ser a culpada pela morte do filho. Mesmo desconfiada, Cemre insiste em ver o corpo, mas é impedida.

O funeral acontece sob uma chuva melancólica, com a presença de apenas três pessoas: Hülya, Iskender e uma Çiçek abalada, que surge para apoiar o amado. Iskender, carregando uma dor dupla, chega a cavar a própria sepultura do irmão, sem imaginar que está enterrando um caixão vazio ou um impostor.

Horas após o sepultamento, Hülya dispensa o motorista e dirige até um prédio decrépito, com iluminação de filme de terror. Ao abrir uma porta secreta, a verdade aparece: Çelebi está vivo.

Como ele escapou?

O plano foi arquitetado por Hülya com a ajuda de um médico de confiança.

O médico forneceu um frasco que simulava a morte clínica de Çelebi.

Na cela, o vilão forjou um enforcamento. Ao ser levado para a enfermaria, o médico comparsa aplicou a droga que o fez “apagar” e enganar as autoridades.

Do hospital, ele foi retirado em segredo para um cativeiro onde espera o momento de fugir do país.

Mesmo foragido, Çelebi demonstra sua loucura obsessiva. Ele se recusa a sair da Turquia sem levar Cemre e a filha Güneş consigo. “A vida sem elas não tem sentido”, afirma o vilão, ignorando os avisos da mãe.

Enquanto todos acreditam que estão livres do monstro, Cemre começa a sentir que está sendo vigiada. O pânico se instala quando ela chega em casa e encontra, em cima de sua cama, um objeto pessoal de Çelebi — um item usado por ele durante anos para gatilhar traumas de sua infância.

Cemre entra em choque, mas decide esconder a descoberta de Rüya, temendo que ninguém acredite que um “morto” possa estar dentro de sua casa.

Confira também no Atitude e Visão: