A máscara de Paula está prestes a cair em A História de Joana. Nos próximos capítulos da trama, as investigações sobre o atentado contra Joana ganharão um rumo decisivo: o detetive Salvador reunirá provas incontestáveis, unindo uma joia esquecida a registros fotográficos comprometedores, o que resultará em uma ordem de apresentação policial que deixará a vilã sem saída.

Ainda em recuperação do ataque sofrido, Joana recebe a visita de Salvador em sua residência. Comprometido em elucidar o caso, o investigador apresenta fotografias de suspeitos e obtém a identificação imediata de um dos executores.

Porém, a grande reviravolta surge com uma evidência mantida sob sigilo. Salvador revela que apreendeu uma pulseira com o criminoso idêntica à peça utilizada por Paula durante a festa da cervejaria.

O detetive explica que, ao analisar detalhadamente as imagens do evento, notou a coincidência da joia recebida pelo bandido como parte do pagamento.

Apesar do alerta, Joana recusa-se a acreditar no envolvimento de Paula e suplica para que a informação não seja divulgada à sua família para evitar pânico.

Queima de arquivo na delegacia e ameaças de Rogério

Paralelamente, os executores do atentado entram em desespero na cela. Receosos de responderem por tentativa de homicídio contra uma gestante, os bandidos decidem confessar quem encomendou o serviço e revelam que a pulseira fez parte da negociação.

Contudo, uma reviravolta sombria acontece: as luzes do local se apagam repentinamente e, ao retornarem, os criminosos são encontrados mortos, caracterizando uma clara queima de arquivo. Diante do cenário, Salvador passa a suspeitar do envolvimento do próprio promotor e recebe, anonimamente, fotografias que mostram Paula negociando diretamente com o intermediário assassinado.

Enquanto isso, a tensão aumenta entre os cúmplices. Rogério descobre a participação de Camila no plano e a encurrala, prometendo destruir sua família caso sua filha seja prejudicada.

Sem se intimidar, Camila rebate lembrando que a ideia do crime partiu da própria Paula, sinalizando que ambas terminarão presas juntas caso não mantenham a aliança.

A cartada final de Salvador ocorre na residência da vilã. Acompanhado de uma equipe, o detetive aborda a jovem diante de seus familiares e de sua advogada, notificando-a a comparecer ao Ministério Público para prestar esclarecimentos sobre a tentativa de homicídio de Joana.

Na delegacia, Paula alega que as imagens e a história da pulseira não passam de uma armação para incriminá-la. Em paralelo, Camila preste depoimento e adota uma tática para proteger o próprio pescoço:

Camila nega saber da joia, afirma que as fotos foram tiradas em sua antiga casa e orienta a polícia a checar o local.

Com o depoimento alinhado e a interferência do promotor aliado de Rogério, Paula consegue ser liberada temporariamente, embora permaneça sob investigação rigorosa.

Apesar da soltura momentânea, o cerco contra a vilã está oficialmente armado e novas provas prometem vir à tona.

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