Os dias de impunidade e perversidade de Cevket estão com os segundos contados na tela da Band. O público que não aguentava mais ver as humilhações sofridas por Mebrure finalmente terá o motivo que precisava para comemorar. Nos episódios que encaminham a novela turca Guerra das Rosas para a sua reta final, o crápula vai cruzar todos os limites imagináveis: ele tentará assassinar a própria esposa na UTI e acabará caçado como um bicho pela polícia antes de ter um desfecho miserável.

A fixação de Cevket em se livrar de Mebrure ganhará contornos diabólicos. Pressionado por Cahide para não avançar com o divórcio e manter as aparências da sociedade, o vilão decide resolver a situação de forma definitiva e silenciosa. Aproveitando-se de um acidente prévio que a dona de casa sofreu por culpa dele, Cevket passa a agir como o “marido perfeito” e começa a administrar substâncias perigosas disfarçadas de vitaminas.

A farsa funciona por um tempo, mas a saúde de Mebrure — que agora ensaiava seus primeiros passos de independência trabalhando com Gülru no mundo da moda — desaba. Ela sofre uma queda brusca de pressão no escritório, é levada às pressas para o hospital e entra em um coma profundo.

O erro de Cevket será subestimar a inteligência de Ömer. Sempre astuto, o médico estranha o excesso de carinho repentino do irmão e decide juntar as peças do quebra-cabeça de todas as vezes que o vilão tentou atentar contra a vida da cunhada no passado. Desconfiado, Ömer solicita um exame toxicológico ultra-aprofundado do sangue de Mebrure para analisar as tais “vitaminas”.

Enquanto o resultado não chega, Cevket invade o quarto do hospital à noite. Pensando estar sozinho, ele faz um desabafo cruel e revela toda a sua frustração:

“Você nunca deveria ter se casado comigo. Eu fui obrigado pela nossa mãe e pelo nosso pai. Você acabou com a minha vida e agora precisa ir embora de uma vez para o além”, sussurra o monstro.

Ele estende a mão para desligar os aparelhos que mantêm Mebrure viva, mas o plano de homicídio é interrompido no último segundo pela entrada abrupta de uma enfermeira. Cevket foge do local e, logo em seguida, os exames laboratoriais confirmam o envenenamento. Sem escolha, Ömer aciona as autoridades e denuncia o próprio irmão por tentativa de assassinato.

Cevket passa vários capítulos foragido da justiça, vivendo na sarjeta, mas não desiste de destilar seu veneno. Ele passa a fazer chantagens telefônicas contra Mebrure, exigindo dinheiro sob a falsa alegação de que foi roubado pela família.

O ápice do desespero acontece quando Mebrure, já recuperada e belíssima, sai de casa para um compromisso. Cevket a intercepta e a sequestra de forma violenta, levando-a amarrada no banco do carro em direção a um cativeiro deserto no meio da noite.

No trajeto, Mebrure consegue afrouxar as cordas secretamente. Ao chegarem ao local isolado, ela se solta, agride o vilão e foge correndo pela estrada. Ao tentar perseguir a esposa na escuridão, Cevket sofre um grave acidente de carro.

Mebrure consegue pedir socorro e a ambulância chega acompanhada da polícia. O vilão é resgatado das ferragens diretamente para a prisão.

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Cevket humilha-se e implora para que o irmão use sua influência para tirá-lo dali, mas o médico deixa claro que ele pagará por cada crime. O vilão começa a surtar dentro da cela, gritando e amaldiçoando tudo e todos: expressa ódio por Mebrure, pelo filho Taner e, principalmente, pela falecida mãe, a quem culpa por tê-lo obrigado a viver aquele casamento infeliz. Ele é arrastado pelos carcereiros para a solitária, terminando a trama sem demonstrar um pingo de arrependimento ou redenção.