Uma investigação interna da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso (PC-MT) está sacudindo os bastidores da segurança pública em Cuiabá. O alvo é um escrivão em fase de treinamento, suspeito de manter um perfil ativo em uma plataforma de acompanhantes, utilizando a imagem da corporação para promover serviços íntimos.

O caso ganhou força após prints e informações circularem rapidamente em grupos de mensagens e redes sociais. Segundo a coluna Na Mira, do portal Metrópoles, o usuário se identificava na plataforma como o “policial novinho de Cuiabá”.

Além de exibir fotos íntimas, o perfil trazia descrições detalhadas de características físicas e referências diretas ao cargo público, o que gerou um imediato questionamento sobre a ética e a postura do servidor.

Posicionamento Oficial: Polícia Civil de Mato Grosso inicia apuração

Em nota oficial, a Polícia Civil de Mato Grosso confirmou que o agente em questão é um servidor recém-empossado. No momento, ele está matriculado no curso de formação da Academia de Polícia (Acadepol), etapa obrigatória antes de assumir as funções plenas nas delegacias.

A instituição ressaltou que a Corregedoria já está ciente dos fatos e abriu um procedimento de apuração para verificar a veracidade das informações. Até o momento, não há uma confirmação oficial de que o perfil pertença, de fato, ao aluno da academia.

Conduta Incompatível: O que pode acontecer com o servidor?

A grande questão sob análise é se houve conduta incompatível com o cargo público. Agentes de segurança estão submetidos a estatutos rígidos que prezam pela imagem institucional, mesmo fora do horário de serviço.

A Corregedoria deve verificar a identidade do titular da conta no site. O uso de uniformes, distintivos ou referências ao cargo em contextos de entretenimento adulto pode agravar a punição.  Se comprovado, o servidor pode enfrentar desde advertências até o desligamento definitivo da corporação antes mesmo de concluir o curso de formação.

O episódio reacendeu um debate caloroso nas redes sociais: até que ponto a vida privada de um policial pode interferir em sua carreira pública? Enquanto uns defendem a liberdade individual, outros sustentam que o respeito à farda deve ser absoluto.

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O que você acha? A atitude do escrivão mancha a imagem da polícia ou a vida íntima não deveria ser motivo de investigação?