Adão (Carlo Porto) e Eva (Juliana Boller) em Gênesis

Uma das histórias mais famosas em todo o mundo é a de Adão e Eva, afinal eles foram os primeiros seres humanos a viverem na Terra (segundo a religião cristã e judaica) e que todos puderam conferir na nova novela da Record TV, intitulada ‘Gênesis‘. Aqui em nosso site você vai conferir como foi o final desses protagonistas.

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Antes de entender mais sobre tal história, vamos a um rápido resumo.

Deus levou 6 dias para criar todo nosso universo, criando Adão no sexto dia. Ele já tinha criado a luz, os astros e até os animais selvagens. O único homem da Terra percebeu que todo animal tinha seu par e ficou triste. Então, vendo sua tristeza, o Criador colocou Adão para dormir e, de sua costela, teria feito Eva. Esta, basicamente, foi a primeira mulher e o par do primeiro homem.

Segundo a Bíblia, eles viviam no Jardim do Éden até que Eva, influenciada por uma cobra, comeu o fruto proibido. Adão também comeu e ambos foram expulsos por um anjo do paraíso. A partir daí surgiu a humanidade, os filhos do primeiro casal do mundo.

Essa história você já sabe, porém existem diversas coisas por trás dela que muitos provavelmente não sabem, Adão e Eva morreram e foram perdoados? Adão arrependido clama ao Pai a sua misericórdia e uma chuva de bênçãos cai sobre Adão e Eva. Seria esse seu perdão?

Não muito depois do estabelecimento do segundo Éden, Adão e Eva foram devidamente informados de que o arrependimento deles havia sido aceito e que, embora estivessem condenados a sofrer o destino dos mortais do seu mundo, eles deveriam certamente tornarem-se aptos para serem admitidos nas fileiras dos sobreviventes adormecidos de Urântia.

Eles acreditaram plenamente nessa palavra de ressurreição e de reabilitação, que os Melquisedeques, de um modo tão tocante, proclamaram a eles. A sua transgressão havia sido um erro de julgamento e não um pecado de rebelião consciente e deliberada. Adão e Eva entraram no seu descanso mortal com uma forte fé nas promessas feitas pelos Melquisedeques de que eles iriam, em algum tempo, despertar do sono da morte, para reassumir a vida nos mundos das mansões, tão familiares a eles, desde os dias que precederam à sua missão na carne material da raça violeta em Urântia.

Os pesquisadores descobriram que, ao contrário do que mostravam estimativas anteriores, o ancestral comum paterno e o materno podem ter vivido em momentos próximos ou até idênticos: o homem teria vivido entre 120.000 e 156.000 anos atrás, e a mulher, entre 99.000 e 148.000 anos.

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