Caim (Eduardo Speroni) e sua irmã Kyra (Carolina Oliveira) se tornaram um casal

Muitos fatos pontos importantes a se falar teremos em Gênesis, nova novela da Record TV. Uma delas será o incesto, na qual vimos nos últimos capítulos, onde Caim (Eduardo Speroni) e sua irmã Kyra (Carolina Oliveira) se tornaram um casal.

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De acordo com a Bíblia, possuído por ciúmes, Caim armou uma emboscada para seu irmão. Sugeriu a Abel (Caio Manhente) que ambos fossem ao campo e, lá chegando, Caim matou seu irmão; este teria sido o primeiro homicídio da história da humanidade.

Por causa de evidências no texto é possível afirmar que outros filhos e filhas de Adão e Eva já estavam se reproduzindo e ocupando a terra quando Caim matou Abel. Dentre as variáveis possíveis e provável, Caim conviveu reencontrou suas irmãs e desse encontro acabou se envolvendo com uma delas e formando assim sua própria família.

O acontecimento entre Caim e sua irmã se dá o nome de ‘Incesto’ na qual é a atividade sexual entre membros de uma família ou entre parentes que possui uma relação de consanguinidade (relações de sangue).

O tabu do incesto é e tem sido um dos mais difundidos de todos os tabus culturais, tanto no presente e em muitas sociedades antigas. A maioria das sociedades modernas têm leis sobre incesto ou restrições sociais em casamentos estreitamente consanguíneos. Em sociedades onde é ilegal, o incesto adulto consensual é visto por alguns como um crime sem vítimas.

Eduardo Speroni como Caim em Gênesis

Mais o incesto veio a se torna um tabu desde muito tempo atrás. Mais na época de Adão e Eva o incesto era pecado? Não! Nem a ideia por trás do termo ‘incesto’ era cogitado à época. Da mesma forma que o conceito ‘nu’ não existia antes da queda e andar nu não foi o que separou o homem de Deus. Conceitos e condutas foram surgindo e alguns foram vetados através das relações e interações socioculturais.

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A origem das famílias na terra se deu através de relações incestuosas: irmãos casaram com irmãs, tios casaram com sobrinhas, e assim sucessivamente. À época tais relações não eram socialmente recriminadas ou vetadas. O casamento e as relações sexuais eram vistos do ponto de vista funcional, diferente do que hoje vemos na nossa sociedade, que se fundamenta em viés emocional.

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