Os próximos capítulos de A História de Joana, a Virgem vão sacudir as tardes do SBT com uma sequência de pura manipulação e traição. Consumido pela obsessão e disposto a tudo para afastar a protagonista de seu verdadeiro amor, Davi tentará aplicar um golpe mestre para assumir a paternidade do bebê da mocinha. No entanto, o plano de levá-la ao altar às pressas vai esbarrar em uma emboscada constrangedora montada dentro de um escritório de advocacia.
O clima de desconfiança atingirá o ápice após Joana descobrir que Gabriel é o pai biológico do filho que ela está esperando. Sentindo-se traída pelo silêncio do empresário, a jovem cortará relações, acreditando piamente que ele se aproximou apenas por interesse na criança. Aproveitando-se do momento de fragilidade, Davi entrará em ação para inflamar ainda mais o ódio da mocinha.



Com o intuito de pintar Gabriel como um monstro, o golpista usará o medo para manipular a jovem. Davi afirmará que consultou um advogado e que a única saída para proteger o bebê é Joana se casar com outro homem antes do parto.
Ele prometerá assumir e registrar a criança como seu filho legítimo, alegando que, como os registros da clínica de inseminação foram apagados, Gabriel não terá como provar nada.
Para apressar a decisão da jovem, que pedirá um tempo para pensar, Davi inventará o absurdo de que Gabriel colocará a polícia na porta da maternidade para arrancar o recém-nascido dos braços dela.
Mesmo balançada e sentindo no coração que afastar um pai de seu filho é um erro, Joana aceitará ir até o escritório do advogado indicado por Davi. O que a dupla não esperava era que o profissional agiria pelas costas deles. Ao entrarem na sala de reuniões, os dois ficarão de queixo caído ao darem de cara com o próprio Gabriel esperando por eles.
O advogado se desculpará imediatamente com Davi, revelando que comentou sobre o caso com o empresário sem saber que ele era o verdadeiro pai envolvido na história. A partir daí, um intenso bate-boca tomará conta do ambiente. Gabriel, profundamente machucado, não poupará críticas aos dois, chamando Davi e Joana de traidores por tentarem apunhalá-lo pelas costas.
Em sua defesa, Joana despejará ofensas contra o protagonista, tratando-o como um criminoso e acusando-o de tentar usá-la da mesma forma que fez com Paula no passado. Arrasado, Gabriel lembrará que a ama e pontuará que, se fosse maldoso, poderia acusá-la de ter engravidado de propósito para se infiltrar em sua empresa — mas que não faz isso porque conhece o caráter dela.
No meio do fogo cruzado, Davi tentará intervir a todo momento para atacar o rival. A situação tomará um rumo vergonhoso para o manipulador quando o advogado interromper a discussão para decretar que a única saída é um consenso amigável entre as três partes.
Prontamente, Davi se intrometerá dizendo: “Entre os quatro, pois tem a criança também”. O defensor, no entanto, cortará o rapaz friamente, dando uma verdadeira lição de moral: o termo “três” referia-se estritamente a Gabriel, Joana e o bebê, deixando claro que Davi é apenas um observador insignificante sem qualquer vínculo legal com a situação. Sem graça, o golpista tentará argumentar que possui uma ligação “sentimental”, mas será ignorado.
Ao final da reunião, um acordo oficial e drástico será assinado. O documento sela legalmente que Gabriel é o pai biológico do bebê. Joana exigirá uma ordem de restrição que obriga o empresário a manter distância dela imediatamente. Pelo papel assinado, Gabriel fica proibido de tentar qualquer aproximação, recebendo a permissão de ver o filho apenas após o nascimento da criança.
E agora, leitor do Atitude e Visão? Você acha que a Joana passou dos limites e foi cruel demais ao assinar uma medida protetiva contra o Gabriel? O Davi mereceu o corte que levou do advogado no meio do escritório? Deixe seu comentário com a sua opinião logo abaixo e compartilhe este resumo tenso no seu Facebook para comentar com outros noveleiros agora mesmo!
































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