Alonso descobre a verdade e abandona Maria Desamparada no altar com discurso emocionante

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Nos próximos capítulos de Triunfo do Amor (SBT) Maria Desamparada (Maite Perroni) e Alonso (Mark Tacher) irão se casar. Enquanto esperam os noivos chegarem, os convidados do casamento se reúnirão do lado de fora da igreja. Eles conversam em pequenos grupos.

Alonso chega descendo de um jipe ​​ao casamento. Max (William Levy) observa com tristeza o sorridente noivo caminhar alegremente em direção à igreja, parando apenas para cumprimentar o Dr. Heriberto (César Évora) com um aperto de mão e um abraço. Alonso está pronto para se casar ‘até que a morte nos separe’, diz ele ao médico. E ele agradece por tudo. Heriberto percebe que algo não está certo.

Todos os olhos se voltam para o carro preto decorado com flores brancas que pára em frente à igreja. Max dá um passo à frente, abre a porta e estende a mão para ajudar a noiva a sair do carro. Mas Alonso se move: “Permita-me, Max”, ele diz. “Este é o meu momento”. Max dá um passo para trás. A pequena multidão aplaude o aparecimento da noiva. “Te vejo no altar”, diz Alonso e deixa María com Nati (Susana Diazayas).

María explica à amiga que João Paulo (Diego Olivera) não vai oficiar – ele não se prestaria a essa farsa, disse ele – mas o Padre Jerônimo (Gustavo Rojo) foi mais compreensivo. Ele estará realizando a cerimônia.

Agora Osvaldo (Osvaldo Rios) se adianta e, dizendo a Maria como ela está linda, se oferece para levá-la até o altar e entregá-la.

Os dois avançam lenta e gravemente para o altar enquanto ouvimos uma interpretação instrumental de Ave Maria.

Rosana (Úrsula Prats) e Helena (Dominika Paleta) entram na parte de trás da igreja assim que Jerônimo começa a ler os votos. Primeiro ele se dirige à noiva: “Maria, você aceita Alonso como seu marido, para lhe ser fiel, para estar ao seu lado na prosperidade e na adversidade até que a morte a separe?”

Uma longa pausa. Por um momento, Max parece que vai correr até o altar para reclamar sua mulher, mas Cruz coloca uma mão tranquilizadora e “caída no chão” em seu ombro e ele cede. Finalmente ouvimos a resposta de María: “Sim, aceito”.

Agora é a vez de Alonso. A pergunta está lida. Há uma pausa ainda mais longa enquanto ele olha para María, depois para cima e depois se vira. E então, finalmente, ouvimos sua resposta: “Não. Não aceito”.

Suspiro! As mandíbulas caem abertas ao redor da pequena capela, exceto bem nos fundos, onde Rosana e Helena riem. Jerônimo, incrédulo, acha que talvez Alonso não tenha ouvido a pergunta. Mas Alonso garante que ouviu muito bem: Você me perguntou se eu queria casar com Maria Desamparada e eu respondi ‘não’.

Então Jerônimo fica com raiva. Como se atreve Alonso a responder com tanto cinismo! Por que ele concordou com essa zombaria em primeiro lugar?

Por ignorância, Alonso responde e levanta um envelope. “Não prestei atenção a alguns testes de laboratório. E então um amigo. Me fez o favor de me contar o que estava acontecendo.”

E continua: “Obrigado, amigos, por estarem aqui e por compartilharem comigo um dia inesquecível. Lamento não ter dito nada antes, mas o sacrifício de Max e Maria não teria o valor que tem agora. Este envelope contém uma verdade terrível”

“Por muito tempo, estive afastado de Deus. Eu me rebelei contra tudo. Mas agora me sinto em paz. Eu o aceitei. E eu fui além de todos os sentimentos de maldade, raiva e fúria – qualquer coisa que escurece e contamina a alma.”

Essas palavras de luz e fé fazem com que Helena e Rosana saiam correndo da igreja como baratas. Elas reclamam da estúpida reviravolta dos acontecimentos.

Alonso continua: “Eu sei agora que o destino de uma pessoa é guiado por projetos que muitas vezes estão além de nossa compreensão. Se não me casei com a minha ternura, não é porque não a amo”

Alonso se vira para Maria e enxuga uma lágrima de sua bochecha: “Eu te adoro”, ele diz. “E eu sei que você me ama – embora não do jeito que eu gostaria.”

Ainda se dirigindo diretamente a María, ele interrompe para um aparte bobo, uma confusão de alusões literárias: “Você não estava sozinho em sua odisséia. Você teve seu fiel companheiro, seu Sancho Pança – e esse é Max: a pessoa que pensei ser meu inimigo, meu nêmesis. Nunca lhe dei a chance de me mostrar a bondade de seu coração. Sempre serei grato a ele.”

“A verdadeira razão de não querer me casar com Maria Desamparada é porque não quero fazer mal a este casal. Deles é o verdadeiro triunfo do amor”

Ele levanta o envelope: “Diz aqui que estou morrendo. Eu entendo que vocês dois só queriam me dar mais alguns minutos de felicidade. E você conseguiu isso, ternura, e serei eternamente grato a vocês dois”. Ele termina: “Com isso eu vou ficar e … com licença, com isso eu vou te deixar.”

Alonso caminha lentamente de volta ao altar, parando para trocar um abraço filial e lacrimoso com o Dr. Heriberto – O médico, o pai que Alonso nunca teve, Alonso, o filho que o Dr. Heriberto perdeu. Ladeado por imagens sombrias de seus melhores momentos com Maria, ele caminha em direção à luz e se desvanece na brancura.

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