Realidade Aumentada pode ser ferramenta de empoderamento de minorias, afirma Allan Gregorio

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Designer e criador de filtros AR para o Instagram, Allan Gregorio, aponta porque a realidade aumentada pode ser uma ferramenta de empoderamento para minorias e para a comunidade LGBT.

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Os filtros do Instagram Stories de realidade aumentada são um sucesso, mas além do viés do entretenimento, estão causando uma verdadeira revolução no que diz respeito ao social, servindo como ferramenta de empoderamento de minorias e divulgação de causas como a luta contra a homofobia, o preconceito social ou racial e tantas outras importantes bandeiras.

O designer e criador de filtros AR para o Instagram, Allan Gregorio, aponta porque a realidade aumentada pode ser uma ferramenta de empoderamento para minorias e para a comunidade LGBT: “muito mais do que somente mostrar coisas engraçadas na tela do celular, podemos estimular a crítica social e a inclusão através da realidade aumentada (AR). Como artista, entendo que é possível usar a realidade aumentada pra trazer informação, interação e diversão, e isso é gratificante, sabendo que há alguém, em algum lugar, que consegue se sentir incluído de alguma forma com o meu trabalho.”

Os filtros criados por Allan Gregorio abordam em especial a questão da inclusão da comunidade LGBT: “Vejo isso como algo importante, principalmente no Brasil, que segundo dados da ONU é o país que mais mata pessoas LGBTQ+, mesmo em pleno século 21. Tantas vozes gritando por representatividade e quando há representatividade, muitas delas sendo silenciadas ou questionadas. Ver artistas como Pabllo Vittar, Penelope Jean, Nando Reis, Marimoon.. entre outros, apoiando meu trabalho ao usar os meus filtros, me deixa bem feliz. Quero continuar aprendendo e usar da AR como forma de expressão artística e social e espero que isso chegue a mais pessoas.”

Para o artista, cada vez que alguém usa um dos seus filtros, que já alcançaram mais de 250 milhões de impressões na rede social, está colaborando com um mundo mais igualitário: “São pequenos gestos, mas definitivamente carregam consigo algo muito maior. Cada um de nós temos que levantar essa bandeira todo dia e lutar contra a homofobia ou qualquer outra forma de preconceito, afim de construir um mundo mais igualitário, sendo LGBTQ+ ou não. Todos somos um.”

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